quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
PROCESSO QUINTINO - 1ª Orientação
Hoje tive minha primeira reunião de orientação para o TCC. Me encontrei com o Professor Luis Guilherme na praça de alimentação da FIB, por volta das 18h:30min. Estava ansioso e curioso para ver como seria este primeiro encontro.
Comecei o contando para o professor que tinha acabado de falar ao telefone com Ivan de Carvalho, primo de Quintino. Ivan também é Jornalista e trabalhou junto com Quintino no Tribuna da Bahia. Ele se mostrou solicito com meu pedido e me contou brevemente sobre o contato com seu primo, me falou também sobre um pequeno erro no artigo Ao Mestre com carinho, produzido por Antonio Matos. Segundo o artigo, Quintino nasceu em Itiúba, porém Ivan me informa que o correto seria a cidade de Santo Amaro da Purificação, erro repassado à Matos pelo próprio Ivan.
Voltando a orientação, o professor me disse que eu precisava primeiramente pensar na estrutura do Livro-reportagem, definir como seria o esqueleto, os capítulos do livro. Ele me disse que eu teria que decidir como contaria a história, em forma cronológica ou dando ênfase aos principais momentos da vida do grande jornalista.
Em seguida Luis Guilherme me indicou alguns livros para que eu pudesse entender o conceito do formato que escolhi, livro-reportagem. O professor me disse também que eu precisava casar a biografia de Quintino com os fatos marcantes ocorridos no Brasil, mostrando como a vida dele foi influenciada por tais momentos, ressaltando inclusive, sua participação no comunismo.
O professor me alertou que como escolhi fazer um produto jornalístico eu deveria preparar um memorial, explicando como foi o processo de criação do trabalho. Partindo para campo, Luis Guilherme me disse que primeiramente eu teria que recolher no Tribuna e em outros jornais da época o Obituário de Quintino, da data de morte, sessenta dias e até um ano após a morte dele. Desta forma eu poderia conseguir mais informações sobre seus atos e contribuições. Meu orientador me chama atenção para a ilustração do meu trabalho, ele informa que poderei conseguir imagens de Quintino nas pastas de fotografia do Tribuna, alertando para observar o verso das fotografias, onde deverá constar nomes e datas. Ele pede também para buscar a coleção da Revista Tribuna Econômica, periódico que precedeu o jornal e que possuiu contribuições do próprio Quintino, tendo inclusive, dois artigos que falavam do antes e depois do Tribuna da Bahia.
Partindo para as indicações de entrevista, o professor indicou Ivan de Carvalho, Antonio Matos e João Falcão. Este ultimo eu deveria entrevistar primeiro por conta da idade avançada e por dispor de uma boa memória. Os outros dois citados eu deveria deixar para depois por conta da proximidade com o pesquisado. Eles servirão para retirar as duvidas que possam surgir no decorrer do processo.
Especificamente para João Falcão eu deverei investigar a trajetória de Quintino no jornal o Momento e seu envolvimento com o Comunismo. Com Ivan eu tenho também a possibilidade de saber mais sobre a vida familiar e tentar descobrir por que eles saíram de Santo Amaro, próximo da capital e foram para um lugar tão distante como Itiúba.
Por enquanto é isso, só me encontrarei com o professor depois que passar o carnaval, até lá.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
TÔ NA CORRERIA (Processo Quintino)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Artigo – Programas Populares de TV
O mais engraçado é quê entre um bloco e outro, produtos são comercializados. São eles que mantêm os programas. São motos, cervejas, produtos de beleza e também tem os que prometem acabar com doenças. O importante é ser anunciado entre uma desgraça e outra.
O apresentador mais popular de todos é Raimundo Varela. Iniciou sua carreira na TV Itapoan, passou para a Band entre 95/96, retornado para a primeira emissora em meados de 2000. A fórmula é sempre a mesma: programas que utilizam o escracho, o sarcasmo e a pobreza como pano de fundo, em troca o apresentador é agraciado por ajudar os menos favorecidos. Varela foi pupilo no passado de Fernando José, este, aproveitou sua popularidade e candidatou-se à prefeitura de Salvador. Não agradou e terminou “não matando a cobra e nem mostrando o pau”, experimentando do próprio veneno, já que utilizava o bordão para criticar.
É preciso que façamos jornalismo imparcial, em cima dos fatos e antes de qualquer coisa, ético. O que se vê nos tempos atuais é uma falta de respeito para com os cidadãos, principalmente os mais necessitados. Se toda essa energia gasta para fazer essa mistura horrenda de jornalismo humorístico fosse canalizada para o bem da população, boa parte dos problemas seriam sanados.E ainda existe apresentador que disse que estar em busca de desafios e que pretende fazer um programa de qualidade com apelo popular, sem baixarias e sem ser popularesco.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
NOÇÕES COOPERATIVISTAS DÃO ACESSO AO PRIMEIRO EMPREGO
A busca pelo primeiro emprego é uma constante na maioria dos jovens brasileiros. Alguns projetos governamentais não deram certos, enquanto isso é crescente o número de jovens que aguardam a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Para tentar amenizar este quadro, jovens do Subúrbio Ferroviário de Salvador buscam outras alternativas e vêem na criação de cooperativa outra forma de inserção.
Através do Projeto Jovem Cidadão do Parque, Geizana Araujo passou a integrar um grupo que faria um diferencial na região do parque São Bartolomeu. De sessenta jovens que se qualificaram profissionalmente, apenas vinte criaram a Cooperativa Juvenil de Serviços Turísticos São Bartolomeu - Cooparquetur.
O foco é despertar o empreendedorismo nos jovens da periferia e ajudar na criação de emprego e renda, estimulando-os a serem protagonistas de suas próprias atitudes. Como cita o site do PANGEA – Centro de estudos Sócio-ambientais, ONG que apóia essa iniciativa.
Através da ONG, os jovens recebem informações sobre construção e legalização de cooperativas e contam com apoio de profissionais qualificados. “Em alguns casos recebemos auxilio para pagamento de contas básicas como aluguel, água, luz e telefone”, complementa Geizana.
Os jovens queriam implantar um serviço turístico de qualidade onde os quatro núcleos trabalhariam de forma conjunta. “Após a visita guiada por integrantes do Guias do parque, os turistas assistiam ao show folclórico produzido pela Companhia de dança Omí Onã. Em seguida degustavam iguarias preparadas pelos integrantes do Núcleo de Quitutes da terra e por fim, compravam artesanatos produzidos pelo Ateliê de Objetos mágicos” diz João Santos, ex-integrante da cooperativa.
João informa que por causa da não revitalização do parque e por falta de financiamentos o projeto inicial foi modificado, fazendo com quê o grupo procurasse outros meios de sustentabilidade, tornando-se um pouco mais capitalista.
Hoje a direção da Cooperativa retirou o serviço de visita ao parque e inseriu o acesso à internet. Segundo Geizana é o núcleo que no momento traz mais lucratividade para eles. “A cooperativa para mim é um grande diferencial na minha vida, porque eu já tentei de diversas formas entrar no mercado de trabalho formal e não consegui”.
A Cooparquetur está legalmente registrada desde 2004, possui no momento vinte e seis cooperados, cada um contribui anualmente com R$ 100,00 (cem reais) em cota única ou dividida em quatro parcelas. Os lucros obtidos nos núcleos são divididos igualmente por todos os integrantes.












